terça-feira, 26 de maio de 2015

Viagem pelo tempo



 O tempo foi definido pelo ser humano como sendo uma sucessão de momentos ou períodos. Ele pode ser encontrado em várias fórmulas da física, como por exemplo, na fórmula da velocidade, que foi definida como o resultado da divisão de uma determinada distância percorrida pelo tempo de percurso. Assim, trabalhando-se esta equação, encontramos que o tempo de percurso é o resultado da divisão da distância percorrida pela velocidade. Note que o tempo do percurso diz respeito à uma determinada distância, mas, quanto maior for a velocidade menor será o tempo de percurso.
Alguns cientistas acham que, para os astronautas de uma nave espacial terrestre, que percorre uma grande distância espacial, viajando com uma grade velocidade, próxima da velocidade da luz, que é de quase 300.000 quilômetros por segundo, o tempo tende a passar mais lentamente em relação ao tempo das pessoas que ficaram no Planeta Terra! Assim, quando os astronautas desta nave retornarem ao nosso planeta, encontrariam aqui as pessoas, que tinham a mesma idade deles, um pouco mais velhas do que eles! Para estes astronautas seria o mesmo que dar um salto em direção ao futuro!
 Mas, o tempo também é encontrado em outras equações da física como, por exemplo, a equação da aceleração média, que é definida como sendo o resultado da divisão da variação da velocidade de um veículo pelo intervalo de tempo que durou esta variação. Note que, trabalhando esta equação, obtemos que o intervalo de tempo será igual ao resultado da variação da velocidade dividido pela aceleração média. Se tivermos uma aceleração negativa, que pode ser entendida também como uma desaceleração, vamos ter também um intervalo de tempo negativo! Isto pode dar margem a diversas interpretações físicas, dependendo da análise dos fatos. No link abaixo podemos ver um site que faz algumas interessantes considerações sobre estes assuntos:
Pessoalmente, eu acho que neste caso, da mesma nave espacial terrestre, que percorre uma grande distância espacial, e vai acelerando gradativamente a sua velocidade, até chegar perto da velocidade da luz e, depois, vai desacelerando muito mais rapidamente do que o tempo de aceleração gradativa, que utilizou no começo da sua viagem, pode ocorrer o inverso do primeiro caso. O que pode ocorrer é que os astronautas desta nave, que desacelerou muito rapidamente, podem ficar um pouco mais velhos do que as pessoas que ficaram na Terra com a mesma idade do que eles! Para estes astronautas seria o mesmo que dar um salto em direção ao passado!
Portanto, acho que podemos viajar no tempo dando saltos em direção ao futuro e em direção ao passado! Mas, estes saltos podem ser dados dentro de um espaço fechado, sem precisar fazer uma viagem espacial, apenas viajando numa grande velocidade dentro de um trajeto circular! Para isto, podemos utilizar os grandes aceleradores de partículas, ou as máquinas centrífugas para treinamento dos pilotos dos aviões de caça a jato. 
Como o corpo humano não aguenta uma pressão muito grande, eu acredito que uma máquina para viagens no tempo, baseada no uso de uma máquina centrífuga, com um movimento circular incrivelmente rápido, só poderá ser usada para enviar apenas objetos para o futuro, ou o passado! Alguns cientistas também argumentam que se fosse possível construir uma máquina para fazer viagens pelo tempo, dentro de um espaço fechado e usando a nossa tecnologia atual, esta máquina não seria capaz de levar o seu ocupante para o passado porque, no passado, esta mesma máquina ainda não teria sido inventada! Vejam no link abaixo alguns estudos que estão sendo feitos atualmente sobre viagens no tempo:
Pessoalmente, eu acho que esta viagem ao passado pode ser feita se houver um desvio da época durante a qual esta máquina foi concebida, projetada e fabricada! Acho que podemos pegar um tipo de atalho por uma espécie de “buraco de verme”, (wormhole), que se desviaria da época em que foi criada esta máquina para viagens temporais! Assim, a viagem seria feita através de pulos pelo tempo, ou seja, determinando-se especificamente qual seria o instante preciso do passado em que o viajante no tempo gostaria de estar. As etapas intermediárias do tempo seriam simplesmente descartadas!
 Acredito que, para chegarmos a um lugar específico do passado seria preciso primeiro efetuar um pulo em direção a um alvo específico! Para isto, precisaríamos de um alvo específico aonde apontar a nossa máquina do tempo. Estes alvos do passado podem ser os objetos que existiam no passado, e que chegaram até nós vindos do passado. São antiguidades que já estiveram nas mãos de pessoas do passado, ou dos nossos ancestrais. Podem ser coisas como uma máquina fotográfica antiga, uma caneta, uma roupa, um automóvel antigo, uma arma, enfim, quanto mais impregnado com a energia do passado este objeto for, maiores serão as chances de obtermos um alvo para onde apontar a nossa máquina do tempo! Estes objetos antigos costumam ficar impregnados com estas energias, que eles captaram das pessoas e das coisas com as quais foram fabricados e com as quais tiveram a oportunidade de conviver!
 Muito se tem escrito sobre a existência de um vórtex espaço-temporal, ou seja, de um lugar onde o espaço e o tempo se encontram. É uma espécie de local onde existe um ângulo que permite a passagem dos viajantes pelo tempo, normalmente em máquinas especialmente construídas para esta finalidade. Estar dentro de um vórtex espaço-temporal é como estar “fora” do tempo, em um lugar onde a luz, a escuridão, a matéria e a energia se misturam, se dividem, se deslocam e se transformam. Alguns cientistas acham que a viagem no tempo é possível em lugares onde as leis da física não se aplicam, em lugares onde a luz, a energia, o tempo, o espaço, as ondas, o magnetismo e algumas outras leis da física que conhecemos atualmente não se aplicam tal como, por exemplo, no interior dos chamados Buracos Negros, ou então pelos chamados “Buracos de Verme”, (wormhole). No site abaixo vemos a curiosa reportagem sobre um viajante no tempo, chamado John Titor, onde ele fornece os detalhes de uma máquina do tempo simples, que ele supostamente usou para vir do ano 2036:
Acredito que o ser humano ainda não tem conhecimentos científicos suficientes sobre estes assuntos importantes, que poderiam ajudar na criação de uma máquina para viagens no tempo. Assuntos tais como a gravidade, a antigravidade, o magnetismo, os campos gravitacionais, os campos magnéticos, a transmissão do pensamento, a gravitação quântica, o estudo das ondas, da luz e da energia, todos estes são assuntos que ainda são bem pouco conhecidos. Para termos uma ideia melhor, de que ainda estamos todos muito atrasados em relação aos conhecimentos científicos, basta tentar obter de um pesquisador uma resposta explicativa sobre o que de fato é a energia! Todos vão citar as formas de energia que existem, ou o que a energia pode proporcionar, mas ninguém de fato tem uma resposta convincente para esta pergunta! Quem sabe, esta evolução cultural da humanidade vai ocorrer somente quando houver uma evolução moral e espiritual da espécie humana que lhe permita o domínio e o uso pacífico destes assuntos que podem levar à construção de uma máquina temporal.
Talvez, devido à ganância humana, e ao mau uso que o ser humano poderia fazer de uma máquina como esta, estes estudos ainda não foram devidamente apoiados e nem patrocinados por grandes empresas e nem por muitos dos países do mundo atual. Vejam no link abaixo, por exemplo, o caso de uma interessante notícia, que foi “plantada” na Internet, não se sabe precisamente por quem, falando de um homem ambicioso, chamado Andrew Carlssin, que supostamente viajou no tempo, desde o ano 2.256, para aplicar 800 dólares na Bolsa de Valores de Nova York. Ele ganhou 350 milhões de dólares em poucos dias, mas acabou preso pelo FBI. Creio que esta notícia apenas demonstra que o ser humano ainda não está suficientemente preparado para possuir uma máquina do tempo, porque ainda estamos muito presos à ideia de lucro, de posses e da vida dentro de uma sociedade de consumo:
Mas, existem alguns cientistas que estão realmente empenhados em desvendar os segredos de uma viagem no tempo porque, afinal de contas, estes estudos podem levar a novas descobertas importantes. No passado, por exemplo, a busca pela pedra filosofal foi um grande motivador que levou os alquimistas a descobrirem a química! Assim, esta busca pela máquina do tempo também pode levar os cientistas para outras grandes descobertas.
Alguns pesquisadores argumentam que podem existir civilizações extraterrestres mais adiantadas do que nós, situadas em outras estrelas da nossa galáxia, ou até mesmo em outras galáxias, que já dominam estas tecnologias e estão viajando pelo tempo, um fato hipotético que lhes daria um poder imensurável! Será que um dia os primatas terrestres também vão dispor de uma tecnologia semelhante, ou isto é apenas um sonho impossível de ser realizado por nós?

domingo, 5 de maio de 2013

A destruição da Civilização dos Tartessos


A destruição da Civilização dos Tartessos:

Na Península Ibérica, no sul da Espanha, existiam muitas jazidas de cobre, prata e ferro. No ano de 800 A.C, no vale do Rio Guadalquivir, na região litorânea do Golfo de Cádiz, perto das antigas minas de prata e cobre de Huelva, floresceu uma civilização, baseada na metalurgia destes minerais, e que fez da cidade de Tartessos a sua capital.
                           Reprodução de antigas galeras gregas daquela época
   
A cidade de Tartessos dominava a metalurgia do bronze e do ferro e tinha algumas aldeias mineradoras ao longo do Rio Guadalquivir. Os caminhos usados pelos tartessos, para o transporte dos minérios usados na sua indústria, parecem levar às jazidas existentes atualmente na Serra Morena, onde hoje uma gigantesca companhia de mineração, com capitais ingleses e australianos, domina aquela região e atrapalha os trabalhos de escavação das antigas ruínas da civilização dos Tartessos.
Antigos documentos nos falam dos reis que governaram aquela civilização: um foi Norax, que fundou a cidade de Nora, na Sardenha. Outro rei foi Argantonio, que fez alianças comerciais com os gregos, o que acabou ocasionando uma guerra contra os fenícios de Cartago. O rei Gárgoris foi que incentivou o uso da apicultura na agricultura dos tartessos.
Abaixo vemos um soldado grego                   
Os tartessos tinham sido parceiros comerciais dos fenícios durante muitas décadas, mas, querendo explorar melhor os minérios que controlavam, na Serra Morena, resolveram fazer uma aliança com os gregos. O rei Argantonio permitiu que os gregos fundassem algumas colônias, no litoral sul da Espanha, para a exploração destes minérios.
Os fenícios de Cartago, e seus aliados tartessos, controlavam a estratégica passagem através do Estreito de Gibraltar. Mas, os cartagineses começaram a desconfiar do expansionismo grego e desta aliança com os tartessos! Na verdade, os fenícios já eram inimigos dos gregos há muito tempo, e queriam impedir que eles se apoderassem de importantes ilhas do Mar Mediterrâneo, como a Sicília e a Sardenha, onde prosperavam algumas importantes colônias fenícias.
Por outro lado, os gregos queriam controlar as rotas de navegação e consolidar um grande império, ao longo do litoral do Mar Mediterrâneo, que ficou conhecido como a “Magna Grécia”. Eles ambicionavam controlar a passagem pelas famosas “Colunas de Hércules”, ou seja, pelo Estreito de Gibraltar, que dava acesso ao estanho extraído das Ilhas Cassitérides, (Ilhas Britânicas), ao ouro extraído do Senegal e também às riquezas incalculáveis de terras desconhecidas, existentes no meio do Oceano Atlântico, como as terras da América, que naquela época era conhecida como Atlântida!
Visando combater os gregos, os fenícios cartagineses se aliaram com a Liga das Cidades Etruscas, pois os etruscos tinham uma boa frota de navios pequenos que dominava o Mar Tirreno, situado nas costas da Itália. Esta aliança temporária resultou numa importante batalha naval, na costa leste da Ilha da Córsega, conhecida como Batalha de Alália. No começo desta batalha naval, estavam posicionados, de um lado os navios cartagineses e etruscos, que eram aproximadamente 120 navios. Do outro lado, estavam os navios da colônia grega de Alália, situada na Ilha da Córsega, juntamente com alguns navios da colônia grega de Massália, que atualmente é a cidade de Marselha, situada no litoral sul da Gália, (a França era conhecida naquela época como Gália).
                                     Barco comercial que os etruscos usavam naquela época.
                                                
A frota grega era constituída por apenas 60 navios mas, segundo alguns historiadores, saiu vencedora deste confronto ocorrido em 537 A.C Na verdade, não existe certeza absoluta sobre quem saiu vencedor desta importante batalha naval. Mas, depois desta batalha, e de mais algumas outras batalhas decisivas, em várias ilhas, os gregos abandonaram a cidade de Alalia e começaram a perder o interesse em manter um domínio sobre o Mediterrâneo Ocidental. Assim, entregaram as terras do litoral sul da Espanha para o domínio dos cartagineses, a Ilha da Córsega para o domínio dos etruscos, e concentraram-se apenas nas colônias que mantinham na Itália e no Mediterrâneo Oriental.
Onde ficava a cidade grega de Alália, fica hoje a cidade de Aléria, no litoral leste da Ilha da Córsega. A cidade grega de Massália, (atual Marselha), foi inimiga do expansionismo cartaginês pelo sul da Espanha, durante muitos anos! Quanto aos etruscos, eles queriam ampliar a sua talassocracia, (governo baseado no controle dos mares), no Mar Tirreno, situado na costa oeste da Itália. Quanto aos gregos... Bem, hoje em dia a Grécia é dona da maior Marinha Mercante do mundo!
Os fenícios de Cartago queriam controlar a passagem pelo Estreito de Gibraltar, as ilhas do Mediterrâneo Ocidental e o acesso às minas de cobre, prata e ferro dos tartessos. Depois da Batalha de Alalia, os cartagineses atacaram e destruíram a cidade de Tartessos, por causa da sua aliança com os gregos.
Os cartagineses usaram de uma crueldade exemplar, para que isto servisse de exemplo para as outras cidades vassalas que eles controlavam. Muitos moradores foram sacrificados vivos, na fogueira, em honra ao deus fenício Baal. A cidade foi totalmente destruída e, até hoje, ainda não foi possível determinar o local exato da antiga cidade de Tartessos, na foz do Rio Guadalquivir, embora tenham sido encontrados alguns vestígios naquela região como, por exemplo, o Tesouro do Carambolo.
A idade do ferro floresceu em Tartessos de 750 A.C. até 500 A.C, quando a cidade foi destruída. Apesar das pesquisas, ainda não foi encontrado o local exato das ruínas desta cidade, que foi uma importante civilização da antiguidade. Porém, documentos gregos e romanos antigos comprovam a sua existência. Nas escavações feitas no litoral espanhol, nas proximidades da cidade de Huelva, foram recolhidos objetos, armas e instrumentos feitos com o ferro e o bronze forjados pelos antigos tartessos!
A Civilização de Tartessos chegou a ter uma frota de navios mercantes que manteve relações comerciais com vários países do Mediterrâneo e até com as Ilhas Britânicas, (Ilhas Cassitérides). Os principais fornecedores de cobre e prata para os fenícios de Cartago eram os tartessos. Os fenícios fundaram a cidade de Cádiz, no sul da Espanha, justamente para ficar mais perto dos seus fornecedores tartessos.

Os tartessos são citados também por outros povos da antiguidade como, por exemplo, pelos hebreus, que viviam no antigo Oriente Médio. A Bíblia, livro sagrado dos hebreus, nos fala, no Terceiro Livro dos Reis, capítulo 10, versículo 22, que a frota do Rei Salomão, juntamente com a frota do Rei Hirão, da cidade fenícia de Tiro, ia por mar, a cada três anos, para Tarsis, buscar ouro, prata, marfim, macacos e faisões! Alguns historiadores acreditam que Tarsis era o Reino dos Tartessos! Outros historiadores, porém, acreditam que Tarsis ficava no litoral da África, banhado pelo Oceano Índico, provavelmente na costa da Abissínia.
  
Os fenícios de Cartago, por sua vez, foram derrotados pelos romanos na Segunda Guerra Púnica, cerca de 300 anos depois da destruição de Tartessos. O general cartaginês Aníbal Barca já estava com suas tropas perto de Roma quando Cartago foi ameaçada pelas tropas do cônsul romano Públio Cornélio Cipião, que foram guerrear na África. Aníbal resolveu voltar, para ajudar sua capital, mas foi derrotado na conhecida batalha de Zama, em 203 A.C.
     Os fenícios de Cartago usaram elefantes para invadir a Europa e o Império Romano

A partir da derrota de Cartago, a cultura e o controle naval dos fenícios começaram a desaparecer da região do Mar Mediterrâneo. Roma assumiu o controle das principais rotas de navegação pelo Mediterrâneo, que passou a ser acertadamente chamado pelos romanos de “Lago Romano”, ou “Mare Nostro”!
Roma tinha um grande poder militar e também dominou os gregos, assimilando a sua cultura, que era bem mais adiantada que a romana, naquela época. Assim, Roma passou a ser o único grande império dominante que sobrou, na Antiguidade, controlando todos os outros povos da região do Mar Mediterrâneo.

 

sábado, 12 de maio de 2012

O enigma do assassinato do Presidente Kennedy

John Fitzgerald Kennedy foi o 35° presidente dos Estados Unidos, e morreu assassinado em 1963, numa sexta-feira, dia 22 de novembro de 1963, na cidade de Dallas, no estado americano do Texas. O crime chocou a opinião pública mundial!
O ex-fuzileiro naval Lee Harvey Oswald foi preso e acusado do assassinato, mas não chegou a ser devidamente interrogado porque foi repentinamente morto por Jack Ruby, durante sua transferência para outro local. A morte de Kennedy, ocorrida a mais de 48 anos, até hoje desperta as mais diferentes interpretações e ainda não foi devidamente elucidada.
Duas outras pessoas, muito ligadas ao presidente, e que também poderiam estar interessadas em elucidar este crime, também morreram devido à circunstâncias que não foram muito bem esclarecidas. Seu irmão Robert Kennedy, e seu filho John Kennedy Júnior.
Mas, vamos tentar esclarecer neste blog alguns fatos enigmáticos que ainda hoje não são do conhecimento do grande público:
Uma comissão especial foi criada, no final de 1963, pelo presidente que tomou posse, Lyndon Johnson, para investigar o crime, chamada Comissão Warren. Esta comissão concluiu que o acusado, Lee Harvey Oswald, teria agido sozinho, e que os três disparos do rifle que matou o presidente americano foram feitos de um só local, do 6° andar do depósito de uma escola localizada em frente da rua por onde passou o cortejo presidencial. No link abaixo vemos um vídeo que mostra mais um atirador escondido no meio de um arbusto, com um rifle:

A Comissão Warren também concluiu que a mesma bala que feriu o presidente no pescoço, também feriu o Governador do Texas, John Connally, que estava sentado no banco dianteiro da mesma limusine. Também concluiu que Lee Oswald resistiu à prisão e que também matou um policial, 45 minutos depois de ter atirado no Presidente Kennedy. Abaixo vemos um link que mostra um vídeo de uma entrevista com um especialista no caso:

Três anos depois de ter assassinado Lee Oswald, Jack Ruby também morreu na prisão, porque tinha câncer de pulmão! Isto gerou suspeitas de que ele tinha sido contratado para a “queima de arquivo”.
Mas o que pouca gente sabe, é que ele também chegou a ser visto perto da cena do crime por uma testemunha que afirmou que ele estava dirigindo um carro de onde saiu um homem portando um rifle! Mais tarde foi descoberto que Jack Ruby era dono de uma boate em Dallas, estava ligado à Máfia e tinha algumas conexões com o crime organizado! Isto também gerou suspeitas de que a Máfia havia sido contratada por alguém, ou por um grupo, para matar o Presidente Kennedy!
Mas, quem teria interesse em contratar a Máfia para matar o presidente?
Ou será que a Máfia Americana teria agido por conta própria?
Para responder esta pergunta, é preciso investigar bem a vida de John Kennedy, suas ações e seus antecedentes, suas atividades e também a sua vida pessoal. Assim, formaremos um quadro das pessoas, ou grupo de pessoas, que se livrariam de alguma coisa, se beneficiariam com alguma coisa, ou se vingariam de alguma coisa, com a sua morte. Abaixo vemos um link que mostra um discurso de Kennedy, feito em abril de 1961, nos alertando sobre o perigo das sociedades secretas e outras organizações poderosas, legais ou ilegais, que não agiam de maneira aceitável, transparente e democrática:

Kennedy estava em campanha política para sua reeleição quando foi morto, e talvez tenha sido este o motivo para ele ter desfilado desprotegido e perigosamente, pela cidade de Dallas, em um carro aberto.
Todos sabem que John Kennedy teve casos amorosos com outras mulheres, durante o seu casamento com Jacqueline Kennedy, inclusive com a famosa atriz do cinema americano Marilyn Monroe.
Segundo alguns pesquisadores, Kennedy mantinha um caso amoroso com Marilyn desde 1956, e seus encontros amorosos com a estrela de cinema, numa casa de praia, em Santa Monica, foram descobertos e grampeados pela Máfia e pelo FBI. A Máfia pretendia chantagear Kennedy porque seu irmão Robert, que era procurador federal, estava determinado a acabar com a Máfia. Edgar Hoover, chefe do FBI, usou as gravações para manter o seu cargo, quando Kennedy tentou demiti-lo. Abaixo vemos um vídeo de Marilyn Monroe cantando uma música, de maneira sensual, especialmente para o Presidente Kennedy, que também estava presente no auditório, durante o dia do seu aniversário, em maio de 1962:

Marilyn morreu em sua casa de Los Angeles, aos 36 anos, vitimada por uma overdose de barbitúricos, na noite do dia 4 de agosto de 1962. Mas ninguém sabe o que realmente aconteceu naquela noite, e os documentos da investigação feita pelo FBI desapareceram! Marilyn foi um ícone da Indústria Cinematográfica Americana!
A verdade é que Marilyn havia se tornado inconveniente para o presidente e já tinha uma rivalidade com a primeira dama Jacqueline, chegando a telefonar algumas vezes para a Casa Branca para falar com John.
Por isso, temos que investigar também a vida das pessoas que estavam intimamente ligadas ao presidente, como a vida das suas amantes e até a vida da sua esposa Jacqueline porque, além de ser um crime de natureza política ou econômica, este crime também pode ter sido de natureza passional...
Em agosto de 1963, antes da sua viagem para o Texas, Jacqueline estava muito deprimida por causa da morte do seu filho recém-nascido. Assim, John lhe propôs uma viagem para visitar sua irmã, que residia na Europa.
Jacqueline passou um tempo relaxando no Mar Mediterrâneo, onde participou de um cruzeiro a bordo do iate do famoso magnata, empresário e armador grego, Aristóteles Onassis.
Onassis era considerado um dos homens mais ricos do mundo, dono de uma grande fortuna, conseguida nos ramos de transporte de cargas marítimas, petroleiros e transporte aéreo. Quatro anos e meio depois da morte de Kennedy, Onassis se separou da cantora lírica americana Maria Callas, para se casar com Jacqueline Kennedy. Abaixo vemos um vídeo retratando o período em que Jaqueline ficou casada com Onassis:

Quatro meses antes do casamento de Jacqueline com Onassis, seu cunhado, e candidato à presidência dos EUA, Robert Kennedy, também foi morto por motivos que até hoje não foram esclarecidos. O casamento de Jacqueline com Onassis durou até a morte do magnata, em março de 1975, aos 69 anos. Após a morte de Aristóteles Onassis, Jacqueline fez um acordo com sua enteada, Cristina Onassis, pelo qual recebeu uma herança de 26 milhões de dólares!
Jacqueline fumava, e foi diagnosticada com câncer linfático, em janeiro de 1994. Ela morreu em maio de 1994, aos 64 anos de idade. Abaixo vemos um vídeo com algumas das principais fotos desta mulher que enfrentou a vida com força de vontade e determinação, apesar das dificuldades:

A história tem demonstrado que existem Máfias em todos os países do mundo, mas, especificamente, no caso dos EUA, a Máfia Americana é uma organização secreta criminosa que investe o dinheiro que consegue apurar com atividades ilegais, como a prostituição, o jogo e o tráfico de drogas, em setores legais, lucrativos e onde nem todos os empresários estão dispostos a aplicar, como por exemplo na indústria bélica, no transporte de lixo e cargas perigosas, na indústria de bebidas e cigarros e no transporte de cargas marítimas. Alguns dos chefões da Máfia investem até na Indústria Cinematográfica!
A indústria bélica, por exemplo, é um dos setores mais lucrativos do mundo, porque envolve bilhões de dólares que são aplicados em armamentos! John Kennedy era um presidente que queria acabar logo com a participação dos EUA na Guerra do Vietnam, o que iria prejudicar a indústria bélica americana e os mafiosos que a controlavam.
O irmão de John, senador Robert Kennedy, candidato à presidência dos EUA, e que também queria acabar com a participação dos EUA na Guerra do Vietnam, também foi morto durante a campanha presidencial, com dois tiros na cabeça, em junho de 1968, num hotel de Los Angeles. Abaixo vemos um vídeo que comenta os acontecimentos:

Quando os historiadores começam a pesquisar sobre a morte de John Kennedy começam a surgir fatos incríveis relacionados ao caso. Alguns pesquisadores apontam um envolvimento do pai do presidente, Joseph Kennedy, com a Máfia de Chicago, de onde veio uma contribuição para a campanha de eleição do seu filho para a presidência. Joseph também foi pedir para Sam Giancana, chefe da máfia de Chicago, para interceder junto à Máfia de Nova Iorque, no sentido de livrá-lo de uma dívida. Isto criou uma dependência do clã Kennedy para com aquele mafioso!
Outros historiadores apontam um envolvimento de Lee Harvey Oswald com os chefões da Máfia de Nova Orleans, que não gostavam do irmão do presidente, Robert, e de onde teria partido a ordem para matar o Presidente Kennedy.
Um dos chefes da Máfia de Nova Orleans era Carlos Marcello, que já tinha sido prejudicado pelo procurador federal Robert Kennedy numa determinada ocasião. Marcello tinha ligações com o chefe da Máfia da Córsega, Antoine Guerini, suspeito de ter sido o contratante do assassino profissional francês que deu o tiro fatal que matou o Presidente Kennedy.
Algumas pessoas detidas perto da cena do crime também se envolveram, anos depois, em outros delitos, como os “três vagabundos” detidos pela polícia, perto da pequena colina gramada, e liberados depois. Mais tarde foi descoberto que, dois deles, eram na verdade agentes da CIA disfarçados, e que mais tarde também estiveram envolvidos no Caso Watergate, e que se chamavam Howard Hunt e Frank Sturgis!
Segundo fatos verídicos Mary Pinchot Meyer era uma socialite que foi uma das amantes de John Kennedy, e que chegou a frequentar a Casa Branca. Ela teria lhe levado drogas, como maconha e LSD, durante os seus encontros. Segundo alguns pesquisadores, o ex-marido de Mary, o agente do serviço secreto Cord Meyer, teria recebido uma ordem do ex-presidente Lyndon Johnson para organizar uma equipe de agentes que se encarregariam de matar John Kennedy.
Tudo isto foi confessado, no seu leito de morte, pelo ex-agente do serviço secreto, Howard Hunt, que também participou deste planejamento. Segundo ele, o ex-presidente Lyndon Johnson estava ansioso para assumir o poder e estava percebendo que as suas chances estavam diminuindo, ainda mais porque Robert Kennedy não gostava muito dele. Abaixo vemos um vídeo raro, de um telefonema gravado pelo FBI, de uma conversa entre Robert e o já empossado Presidente Lyndon Johnson, onde Robert lhe pergunta por que ele havia mandado matar seu irmão!

Segundo o ex-agente da CIA, Howard Hunt, quem deu o tiro fatal, o terceiro, que explodiu a cabeça do Presidente Kennedy, foi um assassino profissional francês, chamado Lucien Sarti. Ele foi contratado junto ao chefe da Máfia da Córsega e da cidade de Marselha, chamado Antoine Guerini. Lucien Sarti foi morto pela polícia, em abril de 1972, na cidade do México.
Outra amante de John Kennedy foi Judith Exner, que também foi amante do chefe da Máfia de Chicago, Sam Giancana. Ela foi apresentada a Kennedy pelo famoso ator de cinema Frank Sinatra, que também tinha sido seu namorado. Judith declarou, no final da vida, que ela era apenas uma intermediária encarregada de levar dinheiro e informações entre Kennedy e Giancana. Segundos alguns pesquisadores Giancana foi contratado para eliminar Marilyn Monroe.
Abaixo vemos um vídeo que fala sobre um livro que explica bem os fatos sobre a morte e o envolvimento de Marilyn com os Kennedys:

Qualquer que tenha sido o verdadeiro motivo para o assassinato do Presidente Kennedy, este motivo ainda não foi muito bem esclarecido, e este crime ainda permanece como um grande enigma. Ainda falta descobrir muitas peças deste intricado quebra-cabeças e talvez somente mais tarde, no futuro, elas possam ser encontradas e divulgadas...

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Enigma da Atlântida


Talvez todos nós já tivemos a oportunidade de ler ou assistir algum programa na televisão falando sobre a Atlântida. Mas poucas pessoas sabem realmente como é esta lenda e como ela surgiu. Por isto, vamos apresentar aqui os pormenores deste grande enigma da história da humanidade:
Segundo as lendas, a Atlântida foi um continente, ou uma grande ilha que existiu no Oceano Atlântico e estava localizada em frente ao Estreito de Gibraltar, que antigamente era conhecido como "As colunas de Hércules", (vide no mapa ascima a suposta localização da Atlântida). Esta grande ilha abrigava uma civilização muito desenvolvida e conhecedora de várias artes e ofícios. 
Esta ilha teria sido destruída por um grande cataclisma, ocorrido cerca de 11.000 anos atrás, e os seus habitantes teriam sido mortos e também se espalharam por outras regiões. Alguns teriam ido para o Mar Mediterrâneo, onde chegaram a guerrear com os atenienses, foram derrotados, e se espalharam pelas regiões que margeavam aquele mar interno.
Segundo os pesquisadores, um dos primeiros escritores a comentar sobre esta civilização foi o filósofo grego Platão. Platão escreveu dois diálogos, onde fala sobre a Atlântida, chamados "Timeu" e "Critias". Abaixo vemos um vídeo que descreve como esta história contada por Platão se espalhou:
O surgimento da lenda da Atlântida na antiga Grecia

Critias era um tio-avô de Platão, ou um primo da sua mãe, e lhe disse que ficou sabendo que o célebre administrador grego de Atenas, chamado Sólon, fez algumas anotações, em forma de poesia, sobre uma viagem que fez ao Egito, mais especificamente para o distrito de Saís, no delta do Rio Nilo. Neste local Sólon conversou com alguns sacerdotes da cidade de Saís e, um deles, de nome Thereupon, lhe falou sobre a existência e destruição da Ilha de Atlântis!
Assim, a informação sobre esta civilização passou do sacerdote egípcio Thereupon para Sólon, de Sólon para outras pessoas daquela época e acabou indo parar, anos mais tarde, nos ouvidos de Critias, um famoso político da época de Platão. Platão teve um diálogo com Critias, que ficou registrado no seu livro, e chegou até os nossos tempos! Esta lenda, contada pelo sacerdote Thereupon, se espalhou, e muitos livros sobre a Atlântida foram escritos e vendidos atraves dos tempos! Incrível, não é mesmo?
O fato é que na antiguidade já existiam muitas lendas falando de uma civilização avançada que teria sido destruída por um cataclisma, um grande maremoto, um terremoto ou a queda de um grande meteoro. Alguma pesquisas arqueológicas foram feitas para tentar achar a localização real desta enigmática ilha. Abaixo vemos um link da segunda parte do vídeo sobre Atlântida, que alguns pesquisadores acham ser a ilha de Thera:
Enorme explosão vulcânica que destruiu a civilização de Thera

A verdade é que as ruína de Atlântida nunca foram encontradas, muito embora sua lenda tenha permanecido viva até hoje! Muita coisa foi escrita sobre o assunto mas poucas pesquisas arqueológicas eficientes foram feitas. Abaixo vemos como as pesquisas em Thera estão sendo eficientemente realizadas, inclusive com computação gráfica:
Pesquisas e murais descobertos em Thera

Acompanhem os estudos arqueológicos feitos em Thera, e vejam como eles podem influenciar as interpretações históricas daquela época, no link do vídeo apresentado abaixo:
Estudos arqueológicos feitos em Thera

Sabemos que o desastre em Thera foi terrivel, mas ele também afetou a maioria dos moradores da grande ilha de Creta, dando início ao declínio da Civilização Cretense, como podemos ver no vídeo abaixo:
Como o tsunami vindo de Thera abalou a Ilha de Creta

Uma catástrofe desta dimensão não poderia mesmo ser apagada da memória e do imaginário popular dos povos da idade do bronze que viviam nos litorais do Mar Mediterrâneo. Acompanhem a última parte desta emocinante pesquisa histórica no link do vídeo abaixo:
Última parte da pesquisa nas ilhas de Thera e Creta

De qualquer forma sendo ou não Thera a real Atlântida de Platão, Sólon e Thereupon, ainda temos que elucidar muitos enigmas para que esta história se esclareça definitivamente!